Necessito de coisas vulgares para encontar o especial...
A vulgaridade é cotidianamente desfigurada, infame, corriqueira, contingente.
No entanto, o extraordinário não existe, nem perdura, nem alimenta o ciclo humano.
O mundo é ordinário. E o ser é apenas ontológicamente ser. Mais nada...
A entidade do ser não tem prodecedência.
domingo, 18 de setembro de 2011
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