O fazer poético permanece estático
Nesse semblante tristemente enfático
Na agonia do produzir plástico
Fora do real e do clarão ótico
São fragmentos do viver prático
Que gira girando o poder mítico
Sem superfície, num giro crítico
Compõe a harmonia do olho analítico
Crônica da crosta do meu ártico.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
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